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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Concessionárias vão reativar 3,8 mil km de linha férrea

Nos trechos em que optaram por devolução, as empresas têm agora dois caminhos

 Depois de um ultimato dado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nas últimas semanas, as concessionárias de ferrovias apresentaram um plano de recuperação de 3,78 mil km de trechos hoje subutilizados. Segundo o governo, atualmente vários desses trechos estão abandonados, inclusive com trilhos desgastados e dormentes podres. A partir de agora, América Latina Logística (ALL), Transnordestina Logística e Ferrovia Centro Atlântica (FCA) terão duas opções: ou recuperam e passam a operar esses trechos ou os devolvem à União.Trata-se da maior investida frente às concessionárias desde o processo de privatização da malha ferroviária brasileira, que começou em 1997. Foram avaliados pela ANTT como subutilizados 5,54 mil km em todo o Brasil. Desse número, as concessionárias propuseram a devolução de 32% (1,76 mil km) e a recuperação dos 68% restantes (quase 3,8 mil km).

A partir de agora, a ANTT fará uma análise de todas as propostas feitas pelas três empresas, tanto acerca dos trechos que passarão por recuperação como os que passarão por devolução. O primeiro ponto de crítica da agência é em relação ao prazo proposto pelas empresas para realizar a recuperação dos trechos - as concessionárias pediram até cinco anos e meio. "A princípio, esse prazo é muito extenso. Queremos essas ferrovias recuperadas o quanto antes", defende o superintendente de serviços de transporte de cargas da ANTT, Noboru Ofugi.

Nos trechos em que optaram por devolução, as empresas têm agora dois caminhos: ou as recuperam de forma a deixá-las operacionais, para então entregá-las à União, ou as entregam sem novos investimentos, mas sob pena de INDENIZAÇÃO a ser estipulada pela ANTT. Para as concessionárias, é mais seguro realizar a recuperação dos trechos para depois devolvê-los, se for o caso, do que depender dos cálculos de indenização feitos pela agência.
Estação Mapele Simões filho invadida e linha ferrea arrancada
 Na emaranhada malha da FCA, controlada Vale, foram apontados como subutilizados 1,24 mil km pela ANNT. Segundo os estudos da empresa, serão 642 km devolvidos e 604 km recuperados, após a autorização da ANTT. O maior dos trechos contestados pela agência se refere aos 431 km que ligam São Francisco, na Bahia, a Propriá, em Alagoas. A empresa não quis comentar o assunto alegando que os estudos ainda estão em análise pela ANTT.
Fonte: Valor Econômico

comentário :  a FCA  há anos adia a revitalização de um mísero trecho de 8 km entre Paripe e
Mapele que é um trecho importante em nossa ferrovia baiana pois através desse trecho possibilitará tanto escoar cargas do interior para o porto de Salvador quanto do porto de Salvador  para o interior da Bahia e outros estados e principalmente a revitalização dos trens de passageiros regional  e extensão do trem do suburbio a Mapele , o inicio da revitalização desse trecho começou em setembro de 2010 , 2 meses depois foram interrompidas as obras, esse ano recomeçaram no mês de Julho a limpeza da via e hoje (setembro/2011) novamente as obras encontram-se embargadas e o mato ja volta crescer novamente na via.
a Pergunta é : nessa analise da FCA de 604 km de ferrovias a serem recuperadas, porque tanta demora num trecho de apenas 8 km ??! trecho esse que estando destruido adia a implantação do trem regional para Alagoinhas e extensão do trem do suburbio a Mapele como dito linhas acima. Porque tanta demora ? essa não é uma pergunta apenas do projeto verdetrem  mas de toda a população que apoia a revitalização do trem de passageiros nessa região. estamos confiantes que com esse ultimato da ANTT  as concessionarias começarão a cumprir as exigencias, pois caso contrario irão pagar caro pelo descaso de 15 anos em determinados trechos ferroviários nos quais nao foram de interesse para essas concessionarias e por isso hoje encontram-se sucateados.

nota : projeto verdetrem

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